O Periodo Grego (331-167 a.C.)
Em 336 a.C., quando Jadua era o sumo sacerdote, Felipe II da Macedônia foi assassinado quando fazia planos para invadir a Pérsia. seu filho Alexandre, sucedeu-o com a idade de 20 anos.
Depois de conquistar o Egito, Alexandre partiu para o leste, contra Dario. Em 331 a.C., Alexandre derrotou o exército inteiro dos persas e Dario III foi morto (provavelmente por um dos seus homens).
Alexandre morreu em 323 a. C., com 32 anos. Sua maior consecução não é considerada ser seu gênio militar. Ele é lembrado principalmente pela fusão do Ocidente com o Oriente.
1. Os ptolomeus e o Egito(321-198 a. C.)- Depois da morte de Alexandre, o periodo caiu nas mãos de seis generais. Laomedon tomou posse sa Síria, Ptolomeu Lagus recebeu o Egito, e a Babilônia caiu nas mãos de Seleuco. Os outros três não tinham a ver com os judeus. Dentro de dois anos, Ptolomeu e Seleuco derrotaram Laomedon, e os dois generais dividiram o território sa Síria. A Palestina ficou sob o controle de Ptolomeu.
Alexandria, planejada por Alexandre e seu arquiteto, tornou-se a capital e logo o centro liderante da cultura grega. Ptolomeu iniciou uma biblioteca que, na época de seu filho Ptolomeu Filadelfo(285-277 a. C.), tornou-se a maior do mundo antigo.
Durante esse período, a palestina estava experimentando uma helenização gradual e pacífica. A política dos Ptolomeus era conceder aos judeus direitos civis iguais aos dos macedônios.
2. Selêucidas e a Síria (198-167 a. C.) - Durante todo o tempo da dominação ptolomica na Palestina, os reis selêucidas da Síria estiveram olhando gananciosamente a área rica em ferro e outros metais.
Em 192 a. C., ocorreu um evento que iria ter implicações políticas de longo alcance. As duas grandes ligas gregas, sempre em gerra uma com a outra, convidaram os sírios e os romanos a tomarem partido. Este é o primeiro aparecimento dos romanos como potência mundial.
Antiíoco IV (Epifânio) passara doze anos em Roma como refém. Ele foi saturado com a cultura grega e o legalismo romano. O único curdo de ação, para ele, era forçar o povo, por todo o seu dominio, a aceitar a cultura grega.
Forçado a deixar o egito em vergonha e ignomínia. Antioco voltou para casa através da Palestina. Ele culpou os judeus por sua falha em tomar o Egito. A pena por se ter uma cópia da lei e praticar-se a circuncisão era a morte. A "abominação da desolação" referida em Daniel 9:27 ocorrera.
Assuntos teológicos e filosóficos que corroboram para o crescimento Cristão.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
O Fundo Historico do Novo Testamento. Parte 1
Um estudo adequado da bíblia não pode ser feito sem uma consciência aguda das diferenças nas atitudes e estruturas políticas, culturais e religiosas que existem entre o Velho e o Novo Testamento. Certo desenvolvimento durante os 400 anos que decorreram entre os dois livros. É, portanto importante que voltemos a historia, até o tempo entre os dois testamentos, a fim de se apreciar mais completamente a situação pressuposta no Novo Testamento.
O que vamos propor neste estudo será de três linhas: a história política, as instituições e as seitas religiosas, e a literatura do período.
Historia Politica.
O Período Persa (538-331 a.C.)
O reino do norte de Israel havia sido conquistado pelos assírios em 722 a.C. sob a liderança de Sargão. Seus habitantes foram então deportados para Assíria (II Reis 17: 6) e para outras terras conquistadas. A política dos Assírios foi tentar destruir todo vestígio de linhagem nacional e, assim, unir todos os povos num só.
Em 612 a. C., os babilônicos, liderados por Nabopolassar, destruíram Nínive e conquistaram os assírios. O reino do sul, Judá, caiu nas mãos dos babilônicos, sob Nabucodonozor, em 605 a. C. entre estes, estavam Daniel e os três jovens de Daniel 1.
O “cativeiro babilônico” não foi tanto um cativeiro como um exílio.
Ciro, tendo unido as nações da Media, Lídia e Pérsia, capturou a Babilônia em 538 a. C. e confirmou muitos dos judeus em suas posições de autoridade governamental (Daniel 6:1). A politica oficial dos persas era permitir o povo deslocado voltar para as terras de seus pais. Por causa dessa politica, a restauração de Judá foi possível. Cerca de 50.000 retornaram sob liderança de três homens.
Zorobabel, um príncipe da linhagem real de Davi, conduziu a primeira volta em 538 a. C.
Uma segunda volta ocorreu com Esdras, em 485 a. C. uma terceira foi liderada por Neemias, em 445 a. C.. Começando com Esdras e continuando através do trabalho de Neemias e Malaquias, foram iniciadas reformas, que deveriam ter resultados de longo alcance.
Durante todo o período persa, os judeus foram excepcionais em sua lealdade ao rei persa. Isto pode ter ocorrido porque havia mais judeus na Babilônia do que na Palestina. Esses judeus que estavam na Babilônia exerceram uma influencia muito grande sobre seus patrícios na Palestina, através de seus poderes políticos e suas contribuições financeiras.
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